E AÍ, VAI UM SORVETE DE ORQUÍDEA ? (Orquídea Vanilla planifolia)

Foto : blog.adventuresofbarbarela.com
http://jardinagemepaisagismo.com/a-orquidea-vanilla.html
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“Baunilha” por Márcio Roberto Pinto Mafra – Foto tirada por Márcio Mafra. Licenciado sob CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons – http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Baunilha.jpg#mediaviewer/File:Baunilha.jpg
http://www.tribunadecianorte.com.br/variedades/2013/05/vanilla-a-orquidea-sabor-de-baunilha/866527/
“Vanilla planifolia 1”. Licenciado sob Domínio público, via Wikimedia Commons – http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vanilla_planifolia_1.jpg#mediaviewer/File:Vanilla_planifolia_1.jpg

Classificação Científica

Regnum : PlantaeCladus Monocots

Cladus Angiosperms

Família : Orchidaceae

Subfamiliae : Vanilloideae

Tribus : Vanilleae

Subtribus : Vanillinae

Genus : Vanilla

Hoje recebi um e-mail de uma leitora que gosta muito das orquídeas do gênero Vanilla, então, como ainda não tinha colocado nenhum post a respeito deste gênero de orquídeas, achei que era a oportunidade para fazê-lo. Dedico a todos os queridos leitores e em especial a Izabel.

Vocês sabem de onde vem aquela essência de baunilha vendida em vidrinhos em casas de ervas, supermercados etc. ? Pois bem, acreditem, vem de uma flor, sim, da Vanilla. Suas sementes contidas em frutos, possuem essa essência que utilizamos para dar mais sabor a nossas sobremesas como por exemplo o sorvete de baunilha entre tantas outras maravilhas da culinária. 


Com a essência da Vanilla também são preparados óleos essenciais para o corpo (A marca L’occitane produz um tipo de óleo essencial a partir da essência de baunilha).

Vamos agora aprender um pouco mais sobre esta planta maravilhosa !

 Texto colhido na wikipédia :

Vanilla é um gênero de plantas trepadeiras pertencentes à família das orquidáceas. É encontrada em zonas tropicais e congrega cerca de 109 espécies. A partir dos frutos de algumas espécies obtém-se a especiaria comercialmente conhecida como baunilha.

Etimologia

O nome deste gênero procede da latinização da palavra espanhola Vainilla, diminutivo de Vaina (bainha) que por sua vez, deriva do latim : vagina, em referência à profunda cavidade estigmática do gênero, bem semelhante à genitália feminina.

Histórico

O gênero Vanilla foi proposto por Plumier ex Miller, publicado em The Gardeners Dictionary, fourth edition  3: Vanilla, em 1754; por Jussieu emGen. 66, em 1789; e também por Olof Swartz, em Nov. Act. Soc. Upsal. VI. 66. T 5, em 1799. Apesar de todas estas publicações terem originado alguma confusão posterior, Plumier e Miller são considerados os autores originais. O gênero é tipificado pela Vanilla mexicana Miller, originalmente descrita por Linneu como Epidendrum vanilla L.

Habitat

É um gênero composto por cerca de cento e dez espécies de plantas que se distribuem por todas as áreas tropicais do planeta, excetuada a Austrália, habitando florestas tropicais quentes e úmidas e sobre arbustos em campos secos e quentes. Raríssimos exemplares são encontrados em áreas montanhosas mais frias. Cerca de sessenta espécies podem ser encontradas no novo mundo, e setenta são naturais da África, sudeste asiático e ilhas do Oceano Pacífico e Índico.

Descrição

As espécies deste gênero podem ser reconhecidas dentro da tribo Vanilleae, por serem trepadeiras, apresentarem clorofila, raízes aéreas e sementes crustosas, sem asas.

Adicionalmente, as Vanillae caracterizam-se por serem plantas de caules longos e mais ou menos carnosos, escandentes e reptantes, pouco ou muito ramificados, que aderem ao tronco das árvores com o axílio de raízes adventícias, produzidas a cada nó do caule, em regra, achatadas, lisas quando livres e espessas e vilosas quando enterradas ou aderidas. As folhas são alternantes ou arranjadas em espiral, espaçadas, mais ou menos largas, carnosas e brilhantes.

Quando grandes e já elevadas, seus ramos pendem e frutificam, razão pela qual, em cultivo, demoram muito a florescer. Produzem inflorescências, axilares, com flores solitárias ou em racemos, formando algumas vezes ramúsculos laterais. As flores são em regra geral, vistosas, pequenas ou grandes, muito perfumadas, efêmeras, produzidas em sucessão, em regra brancas ou de amarelo pálido. As sépalas e pétalas são livres. 


O labelo varia de completamente livre a completamente fundido às margens da coluna, com diversas lamelas, verrugas ou calosidades que variam conforme a espécie. A coluna com diversas lamelas, verrugas ou calosidades que variam conforme a espécie. A coluna apresenta asas no ápice, antera terminal, sem formar verdadeiras polínias. O fruto é carnoso, em formato de vagem ou ovalado, chegam a ter de 20 a 25 centímetros e comprimento e 3 centímetros de comprimento e 3 centímetros de espessura, com sementes pesadas e crustáceas, negras ou acastanhadas.

Existem dois grandes grupos de espécies : um de caules espessos e folhas carnosas, que é bom produtor de baunilha, e outro de caule mais fino e folhas largas e mais herbáceas, que não produz favas tão úteis.

Cultivo


Desde que os franceses instalaram-se na Ilha de Madagascar, cultivaram algumas espécies de baunilha em grande escala, auxiliados pelo governo. Em 1898, exportaram cerca de 8 toneladas desse produto.
Perotet, viajante botânico, encontrou nas Filipinas, nas florestas de San Matteo, em 1820, uma planta completamente desconhecida por seus habitantes.

Segundo H. Semler, a baunilha foi introduzida na Europa procedente do México, no século XVI.

A espécie mais comum no México e América Central é a Vanilla Planifolia. Desde o México até as Guianas e Trinidad e Tobago encontramos a Vanilla pompona, com frutos menores, mais grossos e carnudos. São pesados e com maior dificuldde na sua secagem. É também consumida fresca, em pequenos pacotes – conhecidos popularmente como baunilhão.

Fotos de algumas espécies:
Nota: Apenas a Vanilla planifolia produz vagens comestíveis. Só podem ser polinizadas naturalmente pela abelha Melipona tropical ou poucas espécies de formigas e beija-flores nativas do México . Como essas espécies evoluíram em conjunto, os insetos e pássaros entendem que devem aproximar-se da flor exatamente no momento breve em que ela estiver aberta. 

Este tipo de restrição dificulta o cultivo , por isso hoje, os agricultores de baunilha polinizam as flores com a mão. Uma vez que a vagem amadurece , ela deve ser cuidadosamente arrancada para que a base da flor possa gerar novas flores e, assim, novas vagens. As vagens são então secas em esteiras sob o sol tropical, cuidadosamente cozinhado e secos novamente.

Nota: “Sabor artificial de baunilha” dizem as embalagens dos produtos, em virtude da necessidade da produção em escala industrial. Mas quem deseja usufruir da essência natural, não tem segredo. A semente, em formato de vagem, após ser desidratada pode ser curtida com vodka ou outras bebidas  ou cortada em pedaços e misturada diretamente no açúcar ou algum outro produto sólido.

http://www.tribunadecianorte.com.br/variedades/2013/05/vanilla-a-orquidea-sabor-de-baunilha/866527/

Serviço:

Em Cianorte, o biólogo e orquidófilo,  Antonio Carlos F. de Lima,  é uma das pessoas que a cultiva. Além de embelezar e proporcionar sombra, ela é útil na cozinha. E   se alguém desejar trocar experiências sobre a Vanilla ou demais orquídeas, basta contatá-lo pelo Facebook https://www.facebook.com/antonio.carlos.75?fref=ts

HABENÁRIA, MAIS UMA ORQUÍDEA TERRESTRE

Foto de Thomas em: http://www.ukorchidforum.com

Fonte: florzinhadeestufablogspot.com

http://aoki2.si.gunma-u.ac.jp/BotanicalGarden/HTMLs/Habenaria-medusa.html
 Hoje conheci mais uma orquídea terrestre, sendo desta feita uma espécie ainda rara em nosso meio. Descrita por Kraenzlin em 1983, trata-se de planta terrestre, originária de Borneo, Java, Laos, Sulawesi, Sumatra e Vietnã.

 Possui 4 a 5 folhas e inflorescência de 40 cm, portando várias flores de aproximadamente 9 cm de diâmetro, possui floração sequencial e duradoura.

ORQUÍDEAS TERRESTRES

Flor da Arundina graminifolia
Flor da Arundina graminifolia “Arundina graminifolia”. Licenciado sob CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons – http://commons.wikimedia.org/wiki/File: Arundina_graminifolia.jpg#mediaviewer/File: Arundina_graminifolia.jpg

São as que vivem no solo como plantas comuns. Geralmente, estas orquídeas possuem dois tubérculos subterrâneos.

Crescem no solo, vivendo nas matas, cuja terra é rica em material de folhas decompostas.
Possuem raízes pilosas e grossas.

Em relação às orquídeas epífitas, as terrestres estão em pouca quantidade e a sua grande maioria estão em outros países.
Veja alguns exemplos de orquídeas terrestres:

ARUNDINA GRAMINIFOLIA

Arundina é um gênero botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Possui uma única espécie, a orquídea bambu(Arundina graminifolia). Este género da Ásia tropical, estende-se desde a Índia, o Nepal, a Tailândia, a Malásia, Singapura, China setentrional até à Indonésia e pelas ilhas do Pacífico. Foi introduzida em Puerto Rico, Costa Rica e Panamá.

É uma orquídea terrestre multiperene com caule juncoso, formando grandes massas que crescem até uma altura de 70 cm a 2 m.

As folhas finas, estreitas e compridas, são lanceoladas, com um comprimento de 9 a 19 cm e largura de 0,8 a 1,5 cm. A sua extremidade é aguçada.

Esta orquídea floresce no verão e outono, apresentando racemos bastante abertos de esplendorosas flores, dez no máximo. Estas florescem em sucessão na extremidade dos ramos, que têm entre 7 e 16 cm. As flores, com 5 a 8 cm de diâmetro, têm uma tonalidade lilás rosada e um disco branco com um labelo púrpura. As brácteas são triangulares e envolvem o caule principal do ramo de flores.

Existindo apenas 200 plantas em crescimento na natureza em Singapura, a espécie está próxima da extinção, provocada em grande parte pela destruição do seu habitat natural, nomeadamente a floresta tropical e os mangais.
Espécie terrestre de porte alto, com caules eretos e delgados de até 2,5m de altura. Folhas de 20 cm de comprimento, escapos florais que surgem no ápice dos caules, com duas ou três flores, que se abrem uma após a outra.
As flores duram poucos dias e florescem o ano todo, podendo ser cultivada em pleno sol.
Podem propagar brotos aéreos, que saem das extremidade dos pseudobulbos,
Procede da Indonésia, Java, Malásia, Tailândia e Nepal.
Conhecida como orquídea bambu.

Arundina graminifolia http://www.orchidspecies.com/arundinagraminifolia.htm
Arundina graminifolia - Bamboo Orchid
Arundina graminifolia https://orchidsweb.files.wordpress.com/2015/02/2bd1a-p7280076.jpg
Arundina graminifolia http://wildlifeofhawaii.com/flowers/753/arundina-graminifolia-bamboo-orchid/

PHAIUS TANKERVILLEAE
Espécie terrestre popularmente conhecida como capuz de freira. É do gênero das maiores orquídeas oriundas de solos alagados, a margem de pântanos nas áreas tropicais da Austrália, Nova Guiné, Indonésia, Japão, Malásia, Índia, China até Madagascar e África Ocidental.
Possui cerca de vinte espécies.
No seu escapo floral pode apresentar de 5 a 10 flores odoríferas com labelo em forma de trombeta. Cada pseudobulbo apresenta de 3 a 4 folhas de 60 a 90 cm de comprimento e as hastes florais podem atingir 1,2 m de altura.

Nome Técnico:
Phaius tankervilleae (Banks ex L’Heritage) Blume
Syn.: Phaius grandiflorus Lour
Nomes Populares :
freirinha, capuz-de-freira
Família :
Família Orchidaceae
Origem:
Originária da Índia, Sri Lanka e Malásia

Descrição:
Pequena orquídea com sépalas e pétalas cor de chocolate com estrias mais claras e labelo branco com manchas em púrpura e o fundo creme.
As flores se apresentam em grande números, cerca de 25 em inflorescência longa, até quase 1,0 m, tipo espiga ereta.
Suas folhas são grandes frisadas e de consistência mais fina que o comum das orquídeas.
Seu crescimento é do tipo monopodial. Florescimento na primavera.

Modo de Cultivo :
Em seu local de origem é encontrada nas matas, no chão, crescendo sobre composto natural de folhas mortas em locais mais úmidos, porém com grande luminosidade, até sol direto.
Seu cultivo em vasos é feito com sucesso.
É preciso um vaso grande de boca larga (não é preciso profundidade muito grande).

O substrato de cultivo deve ter boa drenagem, feito de composto foliares e casca de coco em pedaços grandes.
Também pode ser cultivada no chão em canteiros, onde a cova de plantio é  feita com bastante elementos drenantes, como fibra de coco, casca de pínus, deixados de molho na água por alguns dias para limpeza dos elementos fitotóxicos que poderiam prejudicar a planta.
Coloque composto orgânico de folhas e plantar sem apertar muito no solo.
Tende a formar grande touceira, que pode ser assim dividida para novas mudas.

Esta operação é feita após a floração com a planta ainda em desenvolvimento. Manter o substrato úmido.
A adubação deve ser feita no final do outono para preparar a planta para a nova floração.
Use adubo NPK formulação 4-14-8, 1 colher de sopa para 2 litros de água (colocar num garrafa PET de refrigerante e sacudir bem).
Após a floração poderá adubar novamente.

Uma dica que atravessa o tempo e era usada pelos antigos cultivadores de orquídeas:

Coloque adubo curtido de galinha num balde de água,deixar por uns 3 dias, coe e regue o substrato das mudas.
Isto adiciona matéria orgânica e seus elementos de micronutrientes necessários a estas plantas oriundas de lugares onde o seu alimento é um adubo natural proveniente dos excrementos de animais e pássaros selvagens, aliados com as folhas mortas que caem das árvores.

Paisagismo:
Cultivada em vasos ou canteiros, com sua floração exuberante é um excelente foco paisagístico para qualquer jardim.
Após a floração mantém suas belas folhas frisadas então não necessita ser retirada do local.

 Phaius tankervilleae, Faio, Freirinha, Orquídea-da-terra, Orquídea-terrestre
Foto: Barbosella http://www.jardineiro.net/plantas /capuz-de-freira-phaius-tankervilleae.html
“Phaius tancarvilleae2” by Michael Wolf – Own work. Licensed under CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons – http://commons.wikimedia.org/wiki/File: Phaius_tancarvilleae2.jpg#mediaviewer/ File:Phaius_tancarvilleae2.jpg

SOBRALIA LILIASTRUM
Espécie terrestre originária da América Central onde formam bastante touceiras, são espécies de tamanho grande e similares às cattleyas. Seus troncos atingem 1 metro de altura e são pouco folhadas. As flores abrem uma após a outra, são branco leitosa e labelo amarelo com 10 cm de diâmetro.
Floresce no verão, deve ser cultivada a pleno sol,
Deve-se plantar em buracos profundos para que suas raízes tenham espaços,
Não se deve regar durante o inverno,
Segundo o orquidófilo Hugo Albuquerque de João Pessoa, a Sobralia liliastrum já a encontrou na Chapada da Diamantina-Ba e em Pernambuco, em locais serranos e sua área de disseminação é bem ampla em outras regiões do País. Por sorte não é uma planta muito coletada por não ter apelo comercial, talvez por não ser facilmente encontrada, vai sobreviver nos parques estaduais e federais com certa facilidade. Gosta de locais altos e de solo pedregoso, conclui o amigo.

A Sobralia é uma orquídea terrestre muito bonita, que forma grandes touceiras, suas hastes chegam a ter mais de um metro de comprimento. As flores são grandes de um branco intenso com labelo ligeiramente amarelado.
Essa orquídea é abundante na Chapada Diamantina, encontrada em diversas trilhas. Facilmente encontrada no caminho para a Cachoeira Poço do Diabo e Cachoeira do Sossego em Lençóis.
A tribo Polychondreae tem políneas de consistência granulosa facilmente divisíveis, e possuem 23 subtribos (poucas espécies ornamentais, entre elas as Cleites, as Vanillas e às Sobralias). A maioria das orquídeas destas subtribos é de ervas terrestres, raramente epífitas e não possuem pseudo bulbos, nem folhas carnosas.
http://ramirodachapada.blogspot.com.br/2011/03/orquideas-da-chapada-sobralia.html
Sobralia liliastrum
http://floresplantasecultivos.blogspot.com.br/2014/02/sobralia-liliastrum.html

ORQUÍDEA PAPILONÁCEA VAR. HEROICA

É uma orquídea com hábitos terrestres, crescendo em prados, bosques e florestas densas.

Prefere solo calcário sob a luz direta do sol ou sombra parcial. São endêmicas das regiões do Mediterrâneo .

Orchis papilionacea heroica. Grazalema
CORYMBORCHIS FLAVA

Espécie terrestre semelhante a uma palmeira, suas folhas laterais são largas e plissadas. As flores surgem nas axilas das bainhas foliares, portam de 3 a 5 flores. Possuem pétalas e sépalas amarelas, labelo trilobado branco e raízes fortes.
Vegetam nas matas ciliares. É encontrado no Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul e Paraguai.

 ORCHIS CANARIENSIS
A  Orchis canariensis, é uma orquídea pequena que se encontra em grande quantidade nas ilhas Canárias, alguns a consideram a mais formosa do lugar. Caracteriza-se por ser terrestre e conta com raizes tuberosas que se encontram embaixo da terra de onde saem suas folhas e talos de flores.
Suas flores nascem de fevereiro até março, é bonita por suas espigas com flores pequenas de cor rosa com manchinhas pequenas.

Orchis canariensis LC0215.jpg
“Orchis canariensis LC0215” by Jörg Hempel. Licensed under CC BY-SA 3.0 de via Wikimedia Commons – http://commons.wikimedia.org/wiki/File: Orchis_canariensis_LC0215.jpg#mediaviewer/File: Orchis_canariensis_LC0215.jpg

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“Orchis-mascula-Formation” by Tuxyso / Wikimedia Commons. Licensed under CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons – http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Orchis-mascula-Formation.jpg#mediaviewer/File:Orchis-mascula-Formation.jpg

Orchis mascula

A  Orchis máscula, é um tipo de orquidea que cresce na ilha de La Palma, a mesma se distribue naturalmente em várias regies mediterrâneas como na Ásia e Europa central.
Esta planta começa sua floração em março e termina em junho, sendo a cor de suas flores variadas as mesmas e púrpura em distintos tons.


Epidendrum denticulatum

Epidendrum denticulatum, é uma orquídea terrestre  nativa do Brasil, encontrada desde o Espírito Santo até o Rio Grande do Sul. Seu labelo apresenta-se levemente franjado, lembrando dentes, por isso o nome denticulatum.
Possui flores lilases ou laranja, surgindo de uma haste, e duram muitos meses. Podia ser observada em seu ambiente natural, em Itapoá, Santa Catarina, quando na época, a uns 10 anos atrás ainda via-se muitas delas nos terrenos baldios. Infelizmente a expansão imobiliária reduziu substancialmente sua área e hoje já não existem mais.
A adubação deve ser feita uma vez por semana com NPK 20-20-20 e um pouco de adubo orgânico (torta de mamona, farinha de osso ou húmus de minhoca) a cada dois meses.
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“Epidendrum denticulatum inflorescence” por Dalton Holland Baptista – Obra do próprio. Licenciado sob CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons – http://commons.wikimedia.org/wiki/File: Epidendrum_denticulatum_inflorescence. jpg#mediaviewer/File:Epidendrum_denticulatum_ inflorescence.jpg
Blog de dicas-jardinagem-paisagismo :Dicas de paisagismo e jardinagem, Epidendro
Epidendrum denticulatum
A orquídea terrestre Galeandra Montana tem uma espécie de bulbo, que rebrota uma vez a cada ano (nesta região de Campo Grande, no final de dezembro ou inícios de janeiro).


                                           Um exemplar de Galeandra Montana no dia 5 de janeiro de 2009.

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                                                               O mesmo exemplar no dia 15 de janeiro de 2009
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                                           Em 4 de fevereiro de 2009 com suas flores totalmente desabrochadas
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 OPHRYS SCOLOPAX
 Scolopax Ophrys, conhecido como o Woodcock Bee-orquídea ou Woodcock Orchid, é uma espécie de terrestre orquídea encontrada ao redor do Mediterrâneo e do Médio Oriente , de Marrocos e Portugal à Hungria e Irã.
Scolopax Ophrys cresce a partir de tubérculos subterrâneos. Deixa normalmente começam a aparecer acima do solo no final do outono e são muitas vezes começando a amarelo quando as flores aparecem, que, no caso de O. scolopax é entre março e junho, em seus habitats nativos.
O ponto da flor é muito variável em altura, geralmente 10-50 cm (4-20) em alta, mas, ocasionalmente, até 90 cm (3 pés).O número de flores é igualmente variável, com tão poucos como duas ou como muitos como 15 ou até mais. Cada flor tem a estrutura padrão para o gênero. Há três sépalas externas que podem ser tons mais claros ou mais escuros de verde ou violeta, o mais leve branco aparecendo. Cada um é 7-16 mm (0,3-0,6 cm) de comprimento por 3-10 mm (0,1-0,4 cm) de largura. O (dorsal) sepal superior varia de plano a forma de barco e é dobrada para trás na base e, em seguida, as curvas para a frente. Dentro das sépalas são três pétalas, duas pétalas laterais e do lábio. As pétalas laterais podem ser rosa para violeta na cor, ou verde, e são em torno de 1,5-8 mm (0,1-0,3) no comprimento por 0,8-4 mm (0,0-0,2 cm) de largura.
O lábio (labelar) tem uma forma tridimensional complexa e é fortemente modelado. Divide-se na base em três lóbulos, cada um dos quais é enrolado de modo que a partir da frente, parece haver três tubos. A duração relativa dos três lóbulos varia; o lóbulo central maior é 6-16 mm (0,2-0,6 cm) de comprimento e tem um apêndice mais ou menos revolvido. Os lados exteriores dos lóbulos laterais são peludas; À margem do lobo central são aveludado. O resto da superfície dos lóbulos é lisa. A cor do lábio fundo é alguma sombra de marrom. O espéculo é H- ou em forma de X, ou ainda mais complicada, geralmente um azul maçante a cor violeta com uma borda amarelo-pálido.
Ophrys scolopax ssp scolopax b.JPG
«Ophrys scolopax ssp scolopax b». Publicado bajo la licencia CC BY-SA 3.0 vía Wikimedia Commons – http://commons.wikimedia.org/wiki/File: Ophrys_scolopax_ssp_scolopax_b.JPG#mediaviewer /File:Ophrys_scolopax_ssp_scolopax_b.JPG.

SERAPIAS LINGUA

Taxonomia

Filo: Magnoliophyta

Classe: Liliopsida

Ordem: Orchidales

Família: Orchidaceae

Provavelmente o mais atraente da espécie bastante curioso olhar de Orquídeas Língua, provavelmente devido à sua atraente coloração rosa, Serapias lingua ocorre em grande parte da Europa, tanto do Atlântico e do Mediterrâneo.

As plantas podem crescer até 50 centímetros de altura e cada haste normalmente leva cerca de 6 flores. No primeiro, os vários tipos de orquídeas língua, muitas vezes encontradas crescer ao lado uns dos outros, são bastante difíceis de distinguir, mas Serapias lingua é caracterizado por uma mancha vermelha escura na ‘garganta’ da flor

Serapias lingua
http://inpn.mnhn.fr/espece/cd_nom/122810 SERAPIAS LINGUA
Immagine
Serapias lingua L., Regione Campania, Maggio 2008 – foto Felice Di Palma http://www.funghiitaliani.it/?showtopic=16468

Fontes :

http://tillândsias.wordpress.com/2010/07/27/orquídeas-ibéricas/

http://www.blogdejardineria.com/sobre/flores/orquideas-terrestres
http://casabela.wordpress.com/2010/05/24/orquidea-bambu/

http://plantas-ornamentais.com/tag/orquideas-terrestres
http://orquidarioterradaluz.blogspot.com/2008/08/orqudeas-terrestres.html,
http://www.blogdejardineria.com/sobre/flores/orquideas-terrestres
http://www.plantascarnivorasbr.com/forum/viewtopic.php?f=35&t=655&start=70
http://dicas-jardinagem-paisagismo.spaceblog.com.br/489372/Epidendro/
planta sonia
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Fotos: Flickr “peregrin@”, “Vinicius Salles Dias”, “nonsmokinjoe57″ e “Marilia Mag”
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