17 th EUROPEAN ORCHID SHOW AND CONFERENCE LONDON 2015

Phalaenopsis

O 17 th Europeu Orchid Show and Conference teve lugar entre 8 -12 de abril de 2015

 

O show encheu os RHS Horticultural Halls em Vincent Square, Londres, com telas grandes de produtores profissionais, sociedades de orquídeas e jardins botânicos de toda a Europa. Os produtores comerciais de orquídeas  de todo o mundo ofereceran seus mais novos híbridos e espécies de orquídeas incomuns.

A conferência internacional com palestras de alguns oradores mais eminentes de todo o mundo teve dias dedicados a Orchid Ciência, Hardy Orchid e seu cultivo, o cultivo geral, a criação e exploração.

http://www.culturewhisper.com/whisper/view/id/4281
https://www.rhs.org.uk/shows-events/rhs-london-shows/rhs-london-orchid-show
https://londonvisitors.files.wordpress.com/2015/04/dscn2332.jpg

https://londonvisitors.files.wordpress.com/2015/04/dscn2366.jpg

17 SHOW EUROPEU DE ORQUÍDEAS EM LONDRES/2015

DENDROBIUM CRUMENATUM (orquídea pombo)

                   

Foto de Eric Danell

https://dokmaidogma.wordpress.com/page/8/

http://mantamola.blogspot.com.br/2008/03/forgotton-orchid-dendrobium-crumenatum.html

 

           

 

http://mantamola.blogspot.com.br/2008/03/forgotton-orchid-dendrobium-crumenatum.html

Ganhei de meu irmão esta orquídea e devido às suas múltiplas ocupações nunca teve tempo de classificá-la para mim. Depois de muito pesquisar encontrei a classificação.
Ainda não tirei uma foto dela porque eu quase a matei com excesso de adubo. Estou tentando recuperá-la para apresentar a vocês a minha única orquídea. Quem sabe se eu conseguir recuperá-la, na próxima floração terei o prazer de apresentá-la a vocês.

Crumenatum Dendrobium, comumente chamado de orquídea pombo, é um membro da família Orchidaceae . É nativa da Índia ,Indochina , Taiwan , Filipinas , Malásia , Indonésia , Nova Guiné e Ilha Christmas . Ela é declaradamente naturalizada em Fiji , Havaí , as Índias Ocidentais e as Seychelles .  Ela cresce em muitas localidades de pleno sol a sombra profunda.

Dendrobium crumenatum produz verticais, simpodiais , pseudobulbos que são inchados nos primeiros 3 ou 4 inferiores nós . A porção do meio transporta as folhas de 7 cm de comprimento e 2 cm de largura que são muito semelhante a couro. Top parte dos pseudobulbos realizar as flores de cerca de 2,5 cm e de branco puro, com manchas amarelas no labelo . O ciclo de florescimento é desencadeado 9 dias depois de uma queda brusca de temperatura (pelo menos 5,5 ° C ou 10 ° F), geralmente como resultado de chuva, embora o mesmo efeito pode ser criado artificialmente. As flores de Dendrobium  crumenatum são perfumadas, mas o perfume dura apenas um dia.  Olof Swartz nomeou esta planta em 1799.. O nome específico refere-se ao estímulo bolsa-forma da flor.

 

Algumas dicas: Espécie de cultivo simples, porte grande com flores pequenas ao longo de sua haste e são muito perfumadas. Recomenda-se reduzir a rega durante o inverno.Pode ser plantada em árvore ou vaso em sombreamento 50%.

São muito abundantes na Malaysia, tão abundantes que são consideradas até como praga. Não é valorizada porque suas flores só duram um dia. Eu, em particular, não acho que isso seja motivo para desprezá-las pois por um dia sua beleza e seu perfume valem a pena.

Também são muito comuns em Cingapura, são encontradas crescendo naturalmente na reserva natural e em árvores na estrada. Entretanto a maioria das pessoas preferem um Dendrobium híbrido, mais colorido e durável do que esta pequena orquídea branca perfumada.

classificação científica
Reino: Plantae
(Sem classificação): angiospermas
(Sem classificação): monocots
Ordem: Asparagales
Família: Orchidaceae
Subfamília: Epidendroideae
Gênero: Dendrobium
Espécies: D. crumenatum
nome binomial
crumenatum Dendrobium
Sw. [1]

FONTE: https://en.wikipedia.org/wiki/Dendrobium_crumenatum

DIPHYLLEYA GRAYI

Skeleton flower transformation
link da foto: http://www.interflora.com.au/htw/skeleton-flower/

Diphylleia é um grupo de pequenas ervas da família das Berberidaceae  descrito como um gênero em 1803. Ele é nativo do leste dos Estados Unidos e do leste da Ásia . 

Diphylleia grayi, também conhecida como a flor esqueleto, tem pétalas brancas que ficam transparentes com chuva. Quando seca, elas revertem para branco.

Espécies 
  1. Diphylleia cymosa Michx -. sul Appalachians de SW Virginia para NW Georgia
  2. Diphylleia grayi F.SchmidtCabo de soja no norte do Japão [6]
  3. Diphylleia sinensis HLLiChina ( Gansu , Hubei , Shaanxi , Sichuan , Yunnan )

Fonte:https://en.wikipedia.org/wiki/Diphylleia

AS ORQUÍDEAS E SEUS AROMAS

A and B Larsen orchids - Oncidium Sharry Baby 1063-21.jpg

Автор: Arne and Bent Larsen or A./B. Larsen, CC BY-SA 2.5 dk, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=15786108

A natureza está sempre nos surpreendendo em se tratando de orquídeas, então, nem se fala. Tem orquídeas com perfumes suaves e delicados, com odor de baunilha (é dela que se extrai a essência natural de baunilha), com odores desagradáveis de carne putrefeita e esta surpreendente Onc. Sharry Baby com fragrância de chocolate.

Não é impressionante ? Não é de admirar que este gênero de plantas enfeiticem tanta gente. A orquídea Onc. Sharry Baby é resultado de um cruzamento de espécies realizado na Ásia e tem o perfume do chocolate. Talvez não seja muito aconselhável aos chocólatras ter esta plantinha por perto porque talvez seu aroma aguce ainda mais o vício por chocolates. Entretanto fica a critério de cada um resolver se vale a pena ou não o risco.

Kniphofia – o Lírio Tocha

Lírio Tocha
http://www.tocadoverde.com.br/lirio-tocha-kniphofia-uvaria.html

 File:Kniphofia uvaria.jpg

https://en.wikipedia.org/wiki/Kniphofia_uvaria

Autor: Toby Hudson

Rizoma de Lírio-tocha, da espécie Kniphofia uvaria, uma planta herbácea, com lindas flores exóticas.

Suas folhas são verdes, afiladas, longas com margens serrilhadas. No entanto, o que chama a atenção nesta espécie são suas inflorescências, altas, compostas por numerosas flores tubulares. Com um belo colorido em degradé, as flores se abrem de baixo para cima, conferindo cor vermelho vivo no topo da inflorescência, passando pelo laranja até chegar na base, de cor amarela.

A floração ocorre na primavera e verão. É muito adequado para o plantio isolado ou em grupos, na formação de bordaduras e maciços. Atrai os beija-flores.

Devem ser cultivados sob sol pleno em solo fértil, leve, muito bem drenado e enriquecido com matéria orgânica, com regas no verão. Tolerante ao frio e às geadas. Por causa das folhas serrilhadas, é aconselhável utilizar luvas para manipular esta planta.

PLANTIO: Ano todo. Plantar o rizoma a cada 50 cm ou mais um do outro. Deixar espaço para a formação das touceiras. A floração ocorrerá no final do inverno seguinte ao plantio. Não tolera excesso de água.

Rizoma destinado unicamente para cultivo ornamental.

Nome botânico Kniphofia uvaria
Nome popular Lírio-tocha
Clima Semi-árido, Subtropical, Temperado, Tropical
Luminosidade Sol Pleno
Altura da planta 60 a 90 cm
Espaçamento 45 a 60 cm entre plantas
Cor das flores Laranja, Vermelho
Cor da folhagem Verde
Época de plantio Inverno, Outono, Primavera, Verão, Ano todo em clima quente
Época de floração Verão, Primavera
Características Atrai abelhas, Atrai borboletas, Atrai pássaros, Ornamental, Pode ser plantada em vasos, Pode ser usada como Flor de corte
Mais informações Lírio-tocha no Jardineiro.net

http://www.tocadoverde.com.br/lirio-tocha-kniphofia-uvaria.html

PERISTERIA ELATA A FLOR NACIONAL DO CANADÁ

800px-Peristeria_elata_Orchi_11

Por Orchi – Fotografia própria, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=3260767

Peristeria é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Foi proposto por Hooker em Botanical Magazine 58: pl. 3116, em 1831. A espécie tipo é a Peristeria elata Hooker. O nome do gênero vem do grego peristerion, pequeno pombo, em alusão a forma de suas flores que em algo lembram essas aves.

Peristeria constitui-se em cerca de uma dezena de robustas espécies epífitas ou terrestres, de crescimento cespitoso, que existem da Costa Rica à floresta Amazônica, no Equador, Peru, Colômbia, Guianas e norte do Brasil, bem como uma espécie no sudeste brasileiro. No total seis representantes no Brasil.

Trata-se de gênero em tudo muito próximo a Lycomormium. Deste diferencia-se pela sépala dorsal de suas flores que é totalmente livre na base, e por apresentar com labelo trilobado cujo lobo mediano é mais longo que os laterais. Há ainda certa controvérsia se a inflorescência ereta ou arqueada deveria servir como diferença entre estes gêneros, mas parece ter sido critério abandonado em favor das outras diferenças florais.

As plantas em algo lembram Stanhopea, com grandes pseudobulbos ovais ou um tanto cônicos, carnosos, quando novos com Baínhas de consistência membranácea, com uma ou poucas folhas apicais grandes e vistosas, caducas, pseudopecioladas, plicadas, elíptico-lanceoladas, com nervuras espessas, subcoriáceas. A muito curta inflorescência racemosa, basal, rígida, com até flores de tamanho médio aglomeradas, simultâneas, pode ser ereta ou arqueada, mas mais freqüentemente é pendente.

As flores apresentam sépalas e pétalas iguais, côncavas, arredondadas e carnosas, conferindo um aspecto esférico às flores, as sépalas laterais algo concrescidas na base, as pétalas ligeiramente menores. O labelo distintamente dividido em duas partes, uma parte móvel, chamada epiquílio que é articulada à outra parte fixa e carnosa presa à base ou pé da coluna, chamada hipoquílio. A coluna pode apresentar pequenas asas ou aurículas, é espessa e curta, em regra com prolongamento podiforme, antera terminal biloculada contendo duas polínias cerosas sulcadas, quase diretamente presas ao viscídio.

ESPÉCIES

  1. Peristeria cerina Lindl., Edwards’s Bot. Reg. 23: t. 1953 (1837).
  2. Peristeria cochlearis Garay, Orquideologia 7: 199 (1972).
  3. Peristeria elata Hook., Bot. Mag. 58: t. 3116 (1831).
  4. Peristeria guttata Knowles & Westc., Fl. Cab. 2: 99 (1838).
  5. Peristeria leucoxantha Garay, Arch. Jard. Bot. Rio de Janeiro 13: 46 (1954).
  6. Peristeria lindenii Rolfe, Lindenia 7: 83 (1891).
  7. Peristeria pendula Hook., Bot. Mag. 63: t. 3479 (1836).
  8. Peristeria rossiana Rchb.f., Gard. Chron. 1889(1): 8 (1889).
  9. Peristeria selligera Rchb.f., Gard. Chron. 1887(2): 272 (1887).
  10. Peristeria serroniana (Barb.Rodr.) Garay, Arch. Jard. Bot. Rio de Janeiro 13: 47 (1954).
  11. Peristeria violacea (Josst) Foldats, Acta Bot. Venez. 3: 394 (1968).

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Peristeria_%28orqu%C3%ADdea%29

PESQUISADORES DA UNEMAT DESCOBREM NOVA ESPÉCIE DE ORQUÍDEA EM MATO GROSSO

Exibindo
Foto: Coordecom/Unemat 

Uma parceria entre taxonomistas da família Orchidaceae (a das orquídeas) do laboratório de Botânica do Campus de Tangará da Serra da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Instituto de Botânica de São Paulo e Universidade Federal do Paraná (UFPR) encontrou duas espécies de orquídeas com particularidades incomuns às demais já registradas para o Brasil.

Uma delas pertence ao gênero Dichaea Lindl. Esta espécie já foi confirmada como nova para a ciência e está sendo descrita. A outra se trata de uma espécie do gênero Tropidia Lindl., que foi de difícil identificação, pois não havia registro de sua ocorrência no Brasil. Sua identificação só foi possível após sequenciamento de algumas regiões de seu DNA.

Esses estudos dão conta de que se trata da Tropidia polystachya (Sw.) Ames. Essa espécie já havia sido coletada nas Bahamas, nas Ilhas Cayman e em outros países da América Central; na Colômbia; no Equador, inclusive nas Ilhas Galápagos; na Flórida, Estados Unidos; no México; e na Venezuela; mas nunca no Brasil.

A intenção da equipe da professora Celice Alexandre Silva é que, assim que sejam finalizados estes estudos, os resultados sejam publicados em revistas científicas internacionais, com intuito de atingir grande parte da comunidade científica e chamar a atenção para a flora mato-grossense.

Botânica mato-grossense

O Estado de Mato Grosso vem demonstrando, através de estudos botânicos localizados, que a sua flora ainda esconde espécies pouco estudadas e até algumas nunca descritas na ciência. Por apresentar uma mistura de três biomas brasileiros (Cerrado, Pantanal e Amazônia), a flora mato-grossense torna-se uma importante ferramenta para os pesquisadores, mesmo com o Estado figurando entre os que mais desmatam no Brasil.

Do ponto de vista da taxonomia (área da ciência dedicada à identificação e classificação das espécies), o Mato Grosso permaneceu esquecido por muitos anos. A última expedição botânica importante aconteceu na década de 1940, durante a instalação das linhas telegráficas comandada pelo Marechal Cândido Rondon, época das coletas realizadas por Frederico Hoehne, quando muitas espécies novas foram descritas.

O interesse de alguns taxonomistas de retomar os estudos da flora mato-grossense vem fortalecendo o objetivo de ‘reativar’ a pesquisa e divulgação da flora de Mato Grosso, revisando as primeiras listas de espécies, materiais depositados em coleções científicas, descrevendo espécies novas e, ainda, ampliando a distribuição geográfica de diversas espécies existentes em outros estados e até outros países.

Desde 2012, a publicação de dois livros sobre as orquídeas de Mato Grosso – ‘Orquídeas nativas de Mato Grosso’, de Ana Kelly Koch e Celice Alexandre Silva, e ‘Orquídeas de Mato Grosso – Genus Catasetum L.C.Rich ex Kunth’, de Adarilda Petini-Benelli – chamou a atenção demonstrando o quanto esse Estado é rico em espécies de orquídeas e o quanto ainda precisa ser estudado.