GHOST ORCHID

A orquídea fantasma em inglês : Ghost Orchid (nome científico, Polyrrhiza lindenii) – não se deve  confundir com a “orquídea fantasma” euroasiática (Epipogium aphyllum)  É  uma planta perene Hemicriptófito da famÍlia das orquídeas (Orchidaceae). Anteriormente incluida em Dendrophylax, esta orquídea foi transladada recentemente para o  gênero Polyrrhiza.

Nomes comuns
:

Além de Ghost Orchid (orquídea fantasma), outros nomes comuns desta orquídea são : Palm Polly y White Frog Orchid.

Sinónimos :

    • Aeranthes lindenii (Lindl.) Rchb.f. in W.G.Walpers, Ann. Bot. Syst. 6: 902 (1864).
    • Angraecum lindenii Lindl., Gard. Chron. 1846(1): 135 (1846).
    • Dendrophylax lindenii (Lindl.) Benth. ex Rolfe
    • Polyradicion lindenii (Lindl.) Garay, J. Arnold Arbor. 50: 467 (1969). (este nome ainda é utilizado por numerosos autores).

Na base de dados del “World Checklist of Monocotyledons” do Real Jardín Botânico de Kew ainda se considera aceitável o nome de Dendrophylax lindenii, enquanto que Polyrrhiza lindenii é considerado como una sinonímia homotípica. O epíteto “lindenii” se deve a seu descobridor, o belga  Jean J. Linden que viu esta orquídea pela primeira vez en Cuba en 1844. Mais tarde foi encontrada nos Everglades da Flórida.

Habitat

Esta orquídea é epífita, é encontrada em bosques húmidos e zonas pantanosas da Flórida ao sudeste dos EE. UU., nas Bahamas y Cuba.

Una « ghost orchid » foi observada no verão de 2007 no Corkscrew Swamp Sanctuary, perto de Naples, Flórida.

Há outros gêneros de orquídeas que contém plantas semelhantes na Asia, Sudamérica e África. Mais informações podem ser encontradas em “Jays Internet Orchid Species ou Orchid Taxa” relacionadas  a estes Continentes.

Esta é una orquídea em perigo de extinção. São raramente vistas em coleções e estão sendo vendidas por un preço elevado. O cultivo desta orquídea se mostrou un fracasso fuera de seu habitat. Requer condições de cultivo muito especializadas. Entre outras exigências, requer humidade alta.  Esta orquídea se enumera no apêndice II do CITES e está protegida completamente pelo estado da Flórida e leis federais de proteção.

Descriçãoç

Esta orquídea epífita, é uma monocotiledônea excepcional, pois não possue nem caule nem folhas  que se encontram muitíssimos reduzidos. Consiste somente de raízes planas, como cordões, verdes. Estas raízes são utilizadas para a absorção da humidade e seus cloroplastos para la fotossíntese. A camada externa, o velamen, se encarrega de adquirir os nutrientes e a água. Também protege as camadas internas.

Esta orquídea florece entre junho e agosto, com uma a dez flores con fragancia, que abrem uma de cada vez. A flor branca tem de 3 a 4 centímetros de comprimento e de 7 a 9 cm de largura e se apresenta em uma espiga que se eleva através de um caule desde a raíz. O lábio inferior produz duas largas, pétalas que se torcem levemente para baixo, assemelhando-se às pernas traseiras de uma rã que salta. Suas brácteas são  finas, secas, membranosas e com aparência de papel.

Cmo as raízes desta orquídea se fundem tão bem con a árvore, a flor parece a miúdo flutuar no ar, daí seu nome de “orquídea fantasma”.

A polinização é efetuada pela mariposa esfinge gigante, o único insecto local com a probóscide  suficientemente grande. Com relação a  este aspecto, se pode dizer que esta é o equivalente americano da orquídea de Madagascar, Angraecum sesquipedale (Angraecum); que levou  Charles Darwin a predizer que alguma espécie de mariposa, então ainda desconhecida pela ciência, seria descoberta (o inseto que polinizou a orquídea ). As pessoas do seu tempo o ridicularizavam por esta afirmativa, entretanto, alguns anos mais tarde tal mariposa foi encontrada.

Curiosidades

Esta planta desempenhou un papel fundamental no livro The Orchid Thief   (O ladrão de orquídeas), e no filme  baseado no livro, Adaptation.

Referências

    1. BS Carlsward, WM Whitten, NH Williams – International Journal of Plant Sciences, 2003 – journals.uchicago.edu
    1. Classification by the World Checklist of Monocotyledons
    1. «Rare Ghost orchid found in Florida» (2007). Consultado el 30-07-2007

Fonte : Wikipedia, google images

AGORA VEJAMOS A ORQUÍDEA FANTASMA EUROASIÁTICA:  A Epipogium aphyllum

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Foto de Hans Stieglitz

https://en.wikipedia.org/wiki/Epipogium_aphyllum

By Boris Gaberšček – http://www2.arnes.si/~bzwitt/flora/epipogium_aphyllum.html, CC BY 2.5 si, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=40880249

By BerndH – Picture taken by BerndH, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=34052

Epipogium aphyllum, a orquídea fantasma (para não ser confundido com a orquídea fantasma americano, Dendrophylax lindenii ) é um resistente myco-heterotróficos orquídea falta de clorofila .

É famosa por sua aparência imprevisível; em muitas localidades, tem sido visto apenas uma vez. Pode ser encontrada nos faia, carvalho, pinheiro e abeto florestas em solos ricos em base. É uma planta rara e criticamente ameaçadas no habitat, e acredita-se estar extinta durante a maior parte de sua escala anterior, apesar de ter sido recentemente confirmada no Reino Unido, uma área onde se acreditava que as plantas foram extintos.

As plantas são protegidos em muitas localidades, e remover as plantas de habitat ou perturbar as plantas, mesmo para o estudo científico, pode ser um assunto muito sério em muitas jurisdições. Estas plantas são excepcionalmente raro e não deve ser removido do habitat ou perturbado. 

Uma vez pensado para ser saprófitas , estas plantas resistentes são realmente obrigar mycoheterotrophs (ou epiparasites ) que obtêm os nutrientes dos micorrízicos redes que envolvem Basidomicetos fungos que por sua vez são associados com as raízes de várias espécies de árvores coníferas. Eles crescem a partir de um metro, enterrando-tronco que não tem clorofila e possui folhas efêmeras que são pequenas escalas. As plantas só emergem acima do solo em flor, especialmente durante os verões muito úmidos na Europa Ocidental.

As plantas têm uma gama extremamente ampla de distribuição. A espécie é comum em grande parte da Europa e do norte da Ásia a partir de Espanha para Kamchatka e do sul dos Himalaias . É, no entanto, excepcionalmente raro no habitat. As plantas são encontradas em áreas que normalmente experimentam invernos frios. Da planta rizomas são densamente colonizados por fungos rolamento braçadeira-conexões e dolipores, todos os basidiomicetos , guelras ou formadoras de poros cogumelo espécies que normalmente são encontrados crescendo em micorrízicos associação com as raízes das coníferas árvores.

Estas plantas aproveitar uma variedade de fungos simbiontes em várias famílias, muitas vezes simultaneamente. A análise destas plantas identificaram Inocybe espécie como exclusivos simbiontes por 75% das plantas em habitat, bem como outros ( Hebeloma , Xerocomus ,Lactarius e Thelephora ). As plantas também acolher ascomicetes endófitos , que aparecem para ajudar a planta em parasitando alguns dos simbiontes basidiomicetos da planta. 

As plantas desafiam o cultivo fora das condições de laboratório, uma vez que exigem não só específica fungos simbiontes , mas também árvores hospedeiras específicas com que estas espécies de cogumelos formam micorrízicos relacionamentos. Grandes plantas desta espécie podem produzir uma exibição da floresta em vez impressionante com até um talos dúzia de flores de uma só vez tendo 3-4 flores cada crescem fora da maca da folha de coníferas. 

FONTE: https://en.wikipedia.org/wiki/Epipogium_aphyllum

ORQUIDÁRIOS – Orquídeas em pequenos espaços

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A construção de um pequeno espaço para o cultivo de orquídeas em apartamentos, requer algumas condições particulares. Em primeiro lugar o próprio ambiente, que poderá ser uma sacada, ou uma área de serviço. O referido ambiente deverá receber certa quantidade de luminosidade se possível direta e pela manhã, mas nada contra que receba também luminosidade no período da tarde. Uma outra questão bastante importante é que o ambiente tenha circulação de ar constante, mas que as orquídeas não recebam o vento de forma direta.

Finalmente deve-se ter a preocupação como as orquídeas receberão as regas, pois como o piso provavelmente de concreto e está intimamente ligado ao apartamento que fica localizado abaixo, caso as mesmas recebam regas em demasia, poderá ao longo do tempo ocorrer infiltrações no mesmo.Para resolver o problema da incidência solar diretamente nas orquídeas (luminosidade), e os ventos de forma direta, sugerimos que seja colocado no ambiente tela tipo sombrite, com 50%, em todo espaço.

Quanto ao cultivo propriamente dito, as orquídeas poderão ser colocadas em bancadas na horizontal ou em forma de escadas, sempre com o fundo formado de telas galvanizadas. Poderão também ficar penduradas junto ao teto ou em canos instalados no ambiente, porém deve-se ter acesso fácil as mesmas, no que diz respeito a adubação, regas, e verificação da sua saúde.


Então, viram que falta de espaço não é desculpa para não ter o prazer de cultivar e colecionar orquídeas!

(A foto que ilustra este post é da orquidófila Carminha Valcante que preparou seu orquidário na varanda de seu apartamento e como podem ver pela foto tem obtido bons resultados.)

ORQUÍDEAS ESTRANHAS

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Monnierara Millennium Magic ‘Witchcraft’ FCC/AOS
 É um híbrido intergenérico entre Catasetum, Cycnoches e Mormodes (Catanoches

Midnight Gem x Mormodes sinuata)

Foto e cultivo de César Kanashiro

AS ORQUÍDEAS E O HOMEM

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As orquídeas têm fascinado os homens por mais de dois mil e quinhentos anos. Foram utilizadas no passado em poções curativas, afrodisíacos, para decoração e ocuparam grande papel nas superstições. 

Há diversas referências na internet ao interesse do filósofo Chinês Confúcio por estas plantas no entanto a maioria das menções sobre Confúcio e estas flores, em que ressaltava as propriedades de seu perfume ao qual atribuía o caráter Lán, que significa beleza, delicadeza, amor, pureza e elegância, vem de textos publicados por seus seguidores e admiradores. 

Há pelo menos uma referência às orquídeas feita pelo filósofo em The School Sayings of Confuciusno entanto mesmo este possivelmente é um texto apócrifo.

O fato de seus seguidores atribuírem a Confúcio as mais diversas citações sobre estas plantas apenas confirma o interesse que já despertavam nesta época. A China tem longa história na apreciação destas flores. 

Orquídeas são citadas pela literatura antiga e retratadas pela arte chinesa desde o décimo século antes de Cristo, pinturas do começo de dinastia Song, entre 960 e 1127 chegaram até os nossos dias.

Todavia, investigações recentes revelam que o cultivo de Cymbidium começou apenas no final da dinastia Tang entre 860 e 890 e não nos tempos de Confúcio como se pensava antes. 

Possivelmente a primeira publicação exclusivamente sobre orquídeas é uma monografia  sobre a cultura extensiva  destas plantas, no final da dinastia Song, entre 1128 e 1283. Pelo trabalho percebe-se que seu cultivo estava já bem estabelecido na China por esta época.

Na Europa existem registros do período clássico grego de Teofrasto de Lesbos, cerca de 300 AC. Em seu trabalho Historia Plantarum, volume 9, descreve uma planta com dois pequenos tubérculos subterrâneos aos quais chama orchis, que corresponde à palavra testículos, possivelmente um exemplar de Anacamptis morio.

Antes dos Espanhóis conquistarem o México a fruta de Tlilxochitl, uma espécie de Vanilla, era a mais estimada dentre as especiarias astecas. Este povo admirava também asCoatzontecomaxochitl, Stanhopea, como flores sagradas as quais cultivavam em seus jardins. Os astecas utilizavam também algumas espécies de orquídeas para fabricação de cola.

A partir do século XVI diversos trabalhos foram publicados na Europa: Leonhart Fuchs em Historia Stirpium (1542), Hieronymus Bock em suas anotações volume 2 (1546), Jacques Daléchamps em Historia Generalis Plantarum (1586). 

Após a publicação de Species Plantarum por Lineu, em 1753, os registros sobre orquídeas ficaram cada vez mais abundantes. Breve resumo da história de sua classificação encontra-se no artigo sobre a taxonomia da família Orchidaceae.

Antes da introdução de espécies exóticas na Europa, as orquídeas eram há muito cultivadas como plantas de jardim. A primeira orquídea introduzida na Europa foi um exemplar de Brassavola nodosa que chegou na Holanda em 1615. Em 1688 desembarcaram as Disa uniflora vindas da África do Sul.

Provavelmente devido à sua supremacia, diversas coleções importantes formaram-se na Inglaterra durante o século XIX. Em 1818 chegaram os primeiros exemplares de Cattleya labiataprovenientes do Brasil, causando grande sensação e reforçando ainda mais o interesse pelas espécies tropicais destas plantas.

Com o advento dos primeiros vistosos híbridos, no final do século XIX, o interesse por novas plantas provenientes dos trópicos diminuiu um pouco por algumas décadas, até que o interesse científico pela descrição de novas espécies no início do século XX, aumentasse a coleta de plantas e seu envio à Europa, principalmente para jardins botânicos e amadores interessados na recomposição de suas coleções.

A oferta de híbridos tem aumentado constantemente e as técnicas de semeadura modernas desenvolveram-se muito diminuindo bastante o preço destas plantas, outrora caras. As técnicas de seleção também aprimoraram-se e mesmo espécies naturais de difícil cultivo tem sido selecionadas de modo a tornar viável a cultura doméstica. 

A oferta de variedade raras de espécies naturais, com cores e formas selecionadas, vem também possibilitando a quase todos a aquisição de plantas antes apenas cultivadas por milionários. Em poucos anos qualquer planta altamente desejável pode ser reproduzida aos milhares. Vale notar o exemplo do Phragmipedium kovachii, espécie raríssima, desconhecida da ciência até 2002, hoje comum em coleções ao redor do mundo.

Fonte: Wikipedia