WORKSHOP DE ORQUÍDEAS NO JARDINS SINTRA

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Amantes da C. nobilior e da C. walkeriana terão encontro em Uberaba

Cartaz - Walkeriana 2016

Chega à sua 4ª edição a Conferência dos Produtores e dos Colecionadores da Cattleya nobilior e da Cattleya walkeriana. O evento terá lugar nos dias 19, 20, 21 e 22 de maio próximo, em Uberaba, Minas Gerais. Interessados em participar poderão colher mais informações com André L. Cavasini (016 – 99398.6756 / cavasini372@gmail.com) ou com Fernando Terra Manzan (034 – 9972.8294 /fernandomanzan@hotmail.com). Tal como nos anos anteriores, o cenário da Conferência será a Chácara Terra – Av. Alexandre Barbosa, 940, bairro Mercês.

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EXPOSIÇÃO DE CAMÉLIAS E ORQUÍDEAS EM SINTRA

Melhor Orquídea: Fredclarkeara After Dark

Pertencente ao Luís Gonçalves

 

Melhor Orquídea Espécie: Bulbophyllum bicolor

Pertencente ao José Santos

 

Melhor Orquídea Híbrido: Epicattleya Rene Marques ‘Flame Thrower’ HCC/AOS

Pertencente ao José Santos

 

Aconteceu na vila de Sintra, nos dias 12 e 13 de março corrente, mais uma bela exposição de Camélias e Orquídeas. Junto ao Palácio da Vila de onde se pode avistar o Castelo dos Mouros, os visitantes ficara encantados com a beleza das flores ali apresentadas.
A Associação Portuguesa de Camélias e o Clube dos Orquidófilos de Portugal estiveram presentes  através dos melhores exemplares dos seus associados. Também estiveram abrilhantando o evento, vários vendedores de plantas e artesanato.
Parabéns aos organizadores do evento que proporcionaram a todos  que lá estiveram um belíssimo espetáculo.
FONTE: http://www.clubeorquidofilosportugal.pt/index.php/noticias/item/55-orquideas-premiadas-sintra-2016

CURSO DE INICIAÇÃO AO CULTIVO DE ORQUÍDEAS 2016.1

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A Assope dará início ao Curso de Iniciação ao Cultivo de Orquídeas no próximo de 19 de março de 2016 com duração de 30 horas e composto por 9 (nove) palestras aos sábados relacionadas ao cultivo dessas plantas. É ministrado na nossa sede situada à Rua dos Palmares nº 831, voltado para amantes da natureza, estudantes com formação agrícola e ambiental e pessoas que se interessam pela beleza e exuberância da família das orquidáceas. [ 343 more words. ]

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Em abril, Maceió recebe a 3ª Bienal de Orquídeas do Nordeste

Cartaz - III Bienal do Nordeste

 

A Associação dos Orquidófilos e Bromeliófilos de Alagoas-AOBAL já está convidando para a 3ª Bienal de Orquídeas do Nordeste e 21ª ExpoAOBAL. O grande encontro da orquidofilia nordestina acontecerá nos dias 8, 9 e 10 do próximo mês de abril, em Maceió, mais precisamente, no pátio do IBAMA (Av. Fernandes Lima – Farol). Depois da abertura, serão ministradas palestras e oficinas, diariamente, entre 9:00h e 15:00h.

Paralelamente à Bienal, realiza-se a 21ª ExpoAOBAL, com exposição e venda de orquídeas, bromélias, Adenium e outras plantas ornamentais, além de produtos para cultivo. No cenário do evento, será instalada uma “Tenda Tira-Dúvidas”. A entrada é gratuita.

Aguarde nova postagem do www.orquidofilos.com apresentando a programação completa da Bienal. Mais informações podem ser obtidas através dos telefones (82) 99351.7929 – 98719.2963 – 98879.2706.

FONTE: http://www.orquidofilos.com/

O BONSAI E O TEMPO

Fonte da imagem : http://aidobonsai.com/tag/charles-white/

A partir de que momento uma muda em formação pode ser considerada um bonsai ? uma muda que ainda não tenha recebido a segunda poda de raizes, além das podas de tronco e galhos e amarrações não ppode receber essa classificação.

Isso não significa que todo exemplar após a segunda poda de raízes seja um bonsai.

De pessoas ligeiramente familiarizadas com bonsai é comum ouvirmos essas afirmações : “é necessário muito tempo para se obter um bonsai”;  “os bonsais bonitos são os antigos; “para se culltivar bonsai é necessário ter paciência”.


Todas essas afirmações são apenas parcialmente corretas. Um bonsai pode ser obtido em um espaço de tempo relativamente curto.

A idade de um bonsai não garante a sua beleza e a paciência é um dom que o cultivador adquire.

Em alguns casos, uma muda poderá tornar-se um bonsai em apenas dois ou três anos, embora geralmente sejam bonsais em formação.



A obtenção de um bonsai pequeno ou médio normalmente varia de três a doze anos.

Bonsais formados também podem levar apenas três ou quatro anos para serem obtidos. Trata-se de bonsais comerciais sem muito valor ou então, originados de excelente matéria-prima.

Um exemplar, às vezes, pode ser tão bonito, ou mais, do que outro muito mais velho, pois é fruto de um trabalho individual, e não existem duas matérias-primas iguais.


Uma excelente matéria-prima nas mãos de um cultivador habilidoso será certamente uma linda árvore, obtida em um curto espaço de tempo.


Fonte: Cultivando Bonsai no Brasil  – Fábio Antacly noronha.  p. 16

ENCONTRADA SACOILA LANCEOLATA NA SERRA DE ARATUBA

Sacoila lanceolata
                                        SACOILA LANCEOLATA NA SERRA DE ARATUBA
No dia 26 de janeiro de 2015, partimos para a Serra de Aratuba, o amigo Leonardo Jales, ambientalista e fotógrafo, e Gleidison Lima, conhecedor das matas e costumes dessa região fantástica e rica em biodiversidade. Foi um dia produtivo de pesquisa e achados.
Aratuba tem origem na língua tupi, e quer dizer “ajuntamento de pássaros”, através da junção dos termos gûyrá (“pássaro”) e tyba (“ajuntamento”). As terras ao redor eram habitadas por índios de origem tupi como os Canindés. A formação de seu núcleo urbano se deu a partir do século XVIII com as catequeses dos jesuítas e com pessoas oriundas de Baturité e de outras regiões, notadamente do semiárido, provavelmente fugindo das secas. Seu nome anterior era Coité, depois Santos Dumont e, desde 1950, Aratuba.
Da vegetação original que havia resta muito pouco. Mas há resquícios de Mata Atlântica, Caatinga arbustiva aberta e floresta caducifólia espinhosa. No Pico do Mussum, ainda se encontra uma vegetação muito peculiar, bastante degrada pelo pasto de gado, muito parecida com aquela presente em campos rupestres.
Entre os grandes achados desta Expedição do Movimento Pró-Árvore, está a Sacoila lanceolata, uma orquídea terrestre, que foi registrada anteriormente pelo menos em três momentos. Na década de 70, “Luizinho” (orquidófilo e membro da Associação Cearense de Orquidófilos – ACEO), coletou material onde hoje é o aeroporto; naquele local, havia uma mata com áreas alagadas, porém esse material não foi depositado em herbário; no ano 2000, Antônio Sergio (agrônomo e botânico taxonomista, também ativista do Movimento Pró-Árvore), coletou material em Carnaubal/CE, cujo exemplar encontra depositado no EAC (Herbário Prisco Bezerra – UFC); possivelmente em 2005 e com toda certeza em 2007, outro orquidófilo (Arilo Veras), coletou exemplares dessa espécie na serra de Uruburetama, as quais também se encontram depositadas no EAC.
Este achado foi o primeiro registro para a Serra de Aratuba, espécie identificada pelo amigo e mestre Antonio Sérgio, o mesmo que primeiro depositou a espécie em herbário aqui no Estado. Estes fatos foram narrados por ninguém menos que Wilson Lima Verde, maior estudioso das orquídeas cearenses e membro da ACEO. A ACEO sempre presente na História da Orquidofilia e Orquidologia do Estado.
Sacoila é um gênero botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Foi proposto por Rafinesque em Flora Telluriana 2: 86, em 1836, tipificado pela Sacoila lurida Raf., nome ilegal pois havia sido primeiro descrita como Neottia aphylla Hook., em 1828. Ambas são sinônimos da anterior Sacoila lanceolata (Aubl.) Garay, publicada em 1775 como Limodorum lanceolatum Aubl.
O nome vem do grego saccos, saco, e koilos, oco, em referência ao calcar formado pela base do labelo e sépalas laterais de suas flores. Lanceolata, epiteto em latim, que quer dizer: em forma de lança.
Ocorre, geralmente, em campo aberto, precisando de muita luminosidade. Erva perene, passa a maior parte do ano submersa, somente com suas raízes tuberosas. Quando das primeiras chuvas emerge sua parte vegetativa com folhas pilosas e lança sua haste floral. Como não detém de muitos recursos, dispensa suas folhas e fica apenas com sua haste floral. Devido ao seu hábito perene, é difícil encontrar essa e outras tantas orquídeas terrestres, por isso mesmo há poucos estudos sobre as mesmas.
FONTES
  • L. Watson and M. J. Dallwitz, The Families of Flowering Plants, Orchidaceae Juss.
  • <http://pt.wikipedia.org/wiki/Sacoila) > Acesso em :02 Fev. 2015
  • Barros, F. de; Vinhos, F.; Rodrigues, V.T.; Barberena, F.F.V.A.; Fraga, C.N.; Pessoa, E.M.; Forster, W.; Menini Neto, L.; Furtado, S.G.; Nardy, C.; Azevedo, C.O.; Guimarães, L.R.S. Orchidaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB12182>. Acesso em: 02 Fev. 2015
  • Rummitt, RK; CE Powell. 1992. Authors of Plant Names. Royal Botanic Gardens, Kew. ISBN 1-84246-085-4
 
Fontes: